Servidores da Câmara de Timóteo ameaçam greve histórica contra gestão de Adriano Alvarenga
Em um ato de resistência inédito, servidores concursados já se recusam a assinar documentos da gestão
08/05/2026 08h30
O clima político na Câmara Municipal de Timóteo atingiu um ponto crítico. Servidores concursados e comissionados articulam uma paralisação histórica em protesto contra a gestão do atual presidente da Casa, Adriano Alvarenga.
De acordo com informações obtidas exclusivamente pelo Jornal dos Vales, o movimento surge em meio a denúncias de discriminação, irregularidades administrativas e uma investigação em curso pelo Ministério Público.
As Principais Reivindicações
A categoria aponta um cenário de discriminação profunda: a presidência estaria planejando conceder reajustes salariais apenas para uma parcela seleta dos servidores, ignorando o restante do funcionalismo. Além da questão salarial, os trabalhadores exigem maior transparência e respeito na condução das políticas internas.
Denúncias de Má Gestão e Investigação
Informações sugerem que o Legislativo enfrenta dificuldades financeiras para arcar com aumentos devido a gastos considerados irresponsáveis. Entre as irregularidades apontadas estão:
- Licitações Suspeitas: Um volume incomum de dispensas de licitação promovidas pela atual presidência.
- Intervenção do Ministério Público: A crise atraiu a atenção do Ministério Público de Minas Gerais, que investiga os atos da gestão e pode solicitar o afastamento imediato de Adriano Alvarenga do cargo caso as irregularidades sejam confirmadas.
Atos de Resistência
Em sinal de protesto, servidores concursados já se recusam a assinar documentos da gestão. Enquanto isso, o sindicato da categoria (SINSEP) mantém-se em silêncio, o que tem gerado ainda mais indignação entre os trabalhadores que buscam uma liderança ativa no conflito.
"Os servidores exigem respeito, igualdade e transparência na gestão pública!" - Trecho do manifesto da categoria.
A equipe de reportagem continuará acompanhando os desdobramentos dessa mobilização e o impacto que uma eventual greve terá nos serviços legislativos da cidade.