Campanha pelo Uso Racional de Medicamentos oferece atendimentos em Fabriciano

A ação será promovida pelo Conselho Regional de Farmácia de Minas Gerais (CRF/MG) que durante todo o mês de maio, fará atividades em várias cidades do Estado para alertar a população.

Foto: ACS/PMCF

A Prefeitura de Coronel Fabriciano, por meio da Secretaria de Governança da Saúde, realizará nesta sexta-feira, 11, a Campanha pelo Uso Racional de Medicamentos que acontecerá de 9h às 13h, na Praça Dr. Louis Ensch. O objetivo é alertar a população sobre a importância do uso correto dos medicamentos e desenvolver ações para conscientizar sobre os riscos da automedicação.

A ação será promovida pelo Conselho Regional de Farmácia de Minas Gerais (CRF/MG) que durante todo o mês de maio, fará atividades em várias cidades do Estado para alertar a população. Além da CRF/MG, a campanha contará com a participação do SENAC e Faculdades Pitágoras e Única que oferecerão atendimento ao público e prestação de serviços de saúde como aferição de pressão, medição de peso e orientações a respeito do uso de medicamentos.

É fundamental lembrar que o uso de medicamentos de forma incorreta pode resultar no agravamento de doenças, já que a utilização inadequada pode esconder alguns sintomas. O uso abusivo de antibióticos, por exemplo, pode facilitar o aumento da resistência de microrganismos, o que compromete a eficácia dos tratamentos. O uso de remédios de maneira incorreta ou irracional pode trazer, ainda, consequências como: reações alérgicas, dependência e até a morte.

Segundo dados da Organização Mundial de Saúde, OMS, no mundo, mais de 50% de todos os medicamentos receitados são dispensados ou vendidos de forma inadequada e 50% dos pacientes tomam medicamentos de forma incorreta.

A farmacêutica em Vigilância de Saúde, Hyelem Talita de Souza, explica que a automedicação pode desencadear em outras enfermidades e diz que informação é fundamental. “Faremos a distribuição de folders, folhetos explicativos e teremos vários profissionais farmacêuticos inteirados e engajados para orientar a todos. Nosso desejo é que a população se conscientize e de que medicamento também mata, não apenas cura”, conclui.​