Rodrigo Pacheco afirma que vai aproximar o Senado dos mineiros

Pacheco disse que os inimigos dos mineiros e dos brasileiros são as “mazelas” que afetam a população como um todo.

Candidato ao Senado por Minas, o deputado federal Rodrigo Pacheco (Democratas) afirmou, nesta terça-feira (2), que vai aproximar o Senado das pessoas para que ele se torne uma Casa que trabalhe para quem precisa de ações efetivas do poder público. O candidato revelou essa intenção, caso seja eleito, em entrevista na Rádio Autêntica Favela FM, localizada no Aglomerado da Serra, em Belo Horizonte.

“Quero aproximar o Senado da vida do cidadão. Para as pessoas sentirem e entenderem que o senador está produzindo leis e defendendo os interesses de Minas Gerais, em Brasília. Vamos pensar mais nas pessoas pobres que estão com dificuldades enormes na vida, sem esperança, sem emprego, sem oportunidade de realizar seus sonhos e os de seus filhos”, afirmou.

Pacheco disse que os inimigos dos mineiros e dos brasileiros são as “mazelas” que afetam a população como um todo.

“Nosso inimigo é outro. Inimigo é a corrupção, a pobreza, o inimigo é a violência, o inimigo é a discriminação, o preconceito. Temos que juntar todas as forças políticas, independentemente de partidos, contra esses inimigos comuns do Brasil e de Minas Gerais”, afirmou, complementando que o país “precisa virar a página’, a partir de 2019, com a “construção de uma nova nação”.

O candidato disse que vai usar toda a sua experiência adquirida como advogado e como presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados para fazer andar os interesses dos menos assistidos.

“Nós não podemos mais perder tempo. A crise em Minas é tão grave, temos tantos problemas. Temos que colocar no Senado alguém que já conheça os trâmites do Senado, que conheça o regimento, que saiba os caminhos para defender o estado de Minas Gerais’, salientou.

Ainda nesse sentido, o candidato relembrou seu perfil “moderado e conciliador”, aliado à sua “comprovada eficiência para equilibrar as forças’, para fazer andar os projetos de interesse do estado.

“Temos que exigir as melhorias para o estado de Minas Gerais. Independentemente de quem seja o presidente da República, vou trabalhar para defender Minas Gerais. Nós temos muitas deficiências em Minas Gerais que precisam ser corrigidas com recursos da União. Temos que andar para frente, vamos esquecer essa divisão de direita contra a esquerda”, declarou.

Pacheco disse que vai imprimir, no mandato no Senado, muita produção legislativa que tenha valia para os mineiros. Ele relembrou seu conhecimento das demandas das regiões de Minas.

“O senador tem que conhecer bem Minas Gerais. Tem que entender as diversidades do estado, quais são os problemas da nossa região metropolitana, quais são os problemas das vilas e favelas de Belo Horizonte que eu frequento, que eu conheço, as pessoas me conhecem. Isso faz toda a diferença para o senador, que é o conhecimento dele sobre os problemas a respeito do seu povo’, declarou.

Ele adiantou que, entre outras demandas, lutará pela prestação de serviços públicos de qualidade e por iniciativas que visem novas tecnologias e meios para que Minas e o país possam se beneficiar delas. Pacheco citou, por exemplo, que o Brasil precisa explorar a produção de energia por meio da utilização do lixo urbano. Segundo Pacheco, essa modalidade está sendo pesquisada em Boa Esperança (MG).

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